A “crise” da Previdência é mais uma balela


Foto Sato do Brasil 28/04/2017

por Cesar Locatelli

Abong e associadas lançam projeto Sociedade Civil Construindo a Resistência Democrática


A Abong, em parceria com suas associadas CAMP, CESE e CFEMEA, vai realizar na próxima terça-feira (27/06), o lançamento do Projeto Sociedade Civil Construindo a Resistência Democrática, cujo objetivo é apoiar processos de organização e articulação da sociedade civil brasileira, fortalecendo seu protagonismo na afirmação de direitos e da democracia.

Acesse aqui e aqui o convite e a programação da atividade respectivamente.

Empresas fazem pacto para acabar com estereótipos de mulheres na publicidade


Alguns dos maiores anunciantes do mundo uniram forças à ONU para banir estereótipos de gêneros de anúncios. O grupo, que inclui Facebook, Google, Mars, Microsoft e a gigante publicitária WPP, lançou a Unstereotype Alliance para combater “a generalizada prevalência de estereótipos que são frequentemente perpetuados por meio da publicidade”.

O objetivo é causar mudanças culturais positivas ao usar os anúncios para espalhar “retratos realistas e não tendenciosos sobre mulheres e homens”.

— Estereótipos refletem ideias com raízes profundas sobre feminilidade e masculinidade — destacou Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora executiva da ONU Mulheres, antes do evento inaugural do grupo em Cannes, marcado para esta quinta-feira.

Ela também comentou o impacto social dos anúncios.

— Concepções negativas, diminuídas de mulheres e meninas são uma das grandes barreiras para a igualdade de gênero, e nós precisamos atacar e mudar essas imagens onde quer que elas apareçam. A publicidade é um motor particularmente potente para mudar percepções e impactar normais sociais — completou a executiva.

PROGRESSO FEITO NÃO É O BASTANTE

Curso “Tudo que você precisa saber antes de escrever sobre ONGs” capacita jornalistas e estudantes


Pode não parecer, mas a imprensa e as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) têm muito em comum. São dois atores fundamentais para a democracia, que praticam o controle social, fiscalizam e cobram o poder público. Aproximar estes dois setores tão importantes é um passo necessário para a construção de uma sociedade mais participativa e aberta.

Pensando nisso, o Observatório da Sociedade Civil lançou o curso “Tudo que você precisa saber antes de escrever sobre ONGs”. Como surge uma OSC? Qual sua função? Quem financia suas ações? Voltado para jornalistas, comunicadores/as e estudantes da área, o curso procura responder a essas e outras perguntas. Em linguagem simples e direta e procurando quebrar mitos e desfazer mal-entendidos, o curso oferece informações básicas para a compreensão do complexo universo das Organizações da Sociedade Civil (OSCs).

O curso é permanente e interessados/as podem se inscrever a qualquer momento. Inscreva-se aqui.

Precisamos de desenvolvimento?


Por Guilherme Carvalho*

Na década de 1910 a economia da borracha na Amazônia vivenciou profunda crise por conta do plantio em larga escala promovido pelos ingleses na Ásia. O comércio e a incipiente indústria locais entraram em colapso. A borracha amazônica se tornou secundária e isto repercutiu pesadamente sobre as contas nacionais. Ao longo daquela década se instaurou um interessante debate sobre o futuro da economia e as alternativas para o desenvolvimento econômico da região. As elites se dividiam quanto ao que se deveria promover. Alguns defendiam que a crise era temporária e que o preço do produto voltaria a subir. Outros apostavam na pecuária, no café, na agricultura familiar, na mineração e por aí vai. Todavia, o governo paraense pouco podia fazer para reverter tal situação, sequer conseguia mobilizar forças policiais para combater os índios urubu que a partir do Maranhão avançavam sobre o território paraense, esta uma grande reivindicação das elites políticas àquela época. O desenvolvimento parecia ameaçado.

Poéticas do #Conune: Engrenagem de papel e caneta


Poesia por Bruno Duarte, com fotos de Isis Medeiros, especial para os Jornalistas Livres

Câmara aprova registro de violência contra a mulher em prontuário médico


Os deputados aprovaram ontem, dia 20 de junho, projeto de lei que obriga os profissionais de saúde a registrarem nos prontuários de atendimento médico os indícios de violência contra a mulher. A medida tem como objetivo melhorar a apuração de dados sobre violência de gênero, além da prevenção e apuração da infração penal. De autoria da deputada Renata Abreu (Pode-SP), o texto segue agora para a apreciação e votação no Senado.

A anotação deverá ocorrer se o profissional identificar sinais ou suspeitar da prática de violência contra a mulher. Ele também terá de notificar a direção da instituição de saúde onde ocorreu o atendimento. A direção terá 24 horas para comunicar o fato às autoridades policiais para as providências cabíveis. No entanto, o texto aprovado não prevê sanção administrativa caso o profissional ou a instituição não façam a comunicação.

O texto indica ainda que as autoridades policiais deverão informar à Secretaria de Segurança Pública sobre os casos de violência contra a mulher de que tiverem conhecimento, para fins de estatística. Se o projeto for aprovado pelo Senado, as novas normas serão incluídas na Lei Maria da Penha (11.340/06).

Rede comunitária em Penalva (MA) conecta quilombolas


Montando rádios wifi em PenalvaEm fevereiro de 2017, o Nupef implantou a primeira fase de construção de uma rede de comunicação na comunidade quilombola do Bairro Novo, na cidade de Penalva, estado do Maranhão.

Penalva é uma cidade pobre, situada em uma região denominada "baixada maranhense". É uma área com muitos conflitos e disputas entre fazendeiros e comunidades indígenas e quilombolas.

Convenção 169 da OIT é instrumento para enfrentar violação de direitos


O seminário foi organizado pela Equipe de Articulação e Assessoria às Comunidades Negras do Vale do Ribeira (Eaacone) e pelo Instituto Socioambiental (ISA), com apoio da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, Fundação para o Devido Processo Legal (DPLF), Derecho, Ambiente y Recursos Naturales (DAR) e Rede de Cooperação Amazônica (RCA). O objetivo principal foi apresentar a Convenção como instrumento de enfrentamento às violações aos direitos dos povos e comunidades tradicionais.

IDEC lança livro sobre franquia de dados na Internet fixa


Escassez Artificial - banda larga fixaEm 20 de junho (terça-feira), acontece em São Paulo (SP) o lançamento do livro Escassez Artificial: combatendo a implementação das franquias de dados na internet fixaA publicação é o resultado do seminário “Franquias de dados na Internet: as dimensões técnica, jurídica e social”, realizado pelo Instituto em agosto do ano passado.

O livro também reúne textos multidisciplinares de Rubens Kühl (CGI), Nathália Sautchuk (USP), Beatriz Kira (Internetlab), Veridiana Alimonti (Intervozes), Priscilla Widmann (Procon Paulistano), Thiago Ayub (UPX) e Fabro Steibel (ITS-Rio).