Pontos de Vista

Estatuto da Igualdade Racial: avanço ou retrocesso?

Por Alexandre Ciconello*

Depois de dez anos de tramitação, finalmente foi aprovado pelo Senado Federal (23/06) o Estatuto da Igualdade Racial. Entre a ida e a vinda do Senado para a Câmara o texto aprovado é muito diferente do projeto original proposto pelo senador Paulo Paim (PT/RS). Para muitos o que saiu do Senado é um retrocesso, uma imagem pálida e distorcida do texto original. Para outros, a aprovação do Estatuto é um avanço na promoção da igualdade racial no país. Quem está com a razão?

América Latina: Disputa de sentidos

Por Osvaldo León, da Alai - Uno de los signos de que hay cambios en curso en Nuestra América es que últimamente el omnipresente y poderoso mundo mediático se ha visto sensiblemente convulsionado. Muy a su pesar ha tenido que abrir espacios para que se pueda hablar (y ocasionalmente debatir) sobre un tema que lo tenía como impertinente: la responsabilidad social de los medios de comunicación. En unos países porque entró en la agenda política consultas o reformulaciones legales, y en los demás por efecto de contagio.

ONU critica perdão aos torturadores

Do JusBrasil Notícias - A decisão do Supremo Tribunal Federal de manter o texto original da Lei da Anistia, conforme promulgado em 1979, foi alvo de críticas por parte de dirigentes da Organização das Nações Unidas (ONU). Para entidade, a rejeição do pedido da OAB para punir crimes do período militar significa impunidade. A principal autoridade da ONU para direitos humanos, a sul-africana Navi Pillay, pediu o fim da impunidade no Brasil.

A alta comissária da entidade para os Direitos Humanos disse que a ONU continuará lutando contra o que considera impunidade. "Essa decisão é muito ruim", disse Navi. "Sempre vamos combater leis que proíbam investigações e punições".

Direito Autoral - A importância do xerox na vida universitária

"Em cinco estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Ceará e Rio Grande do Sul – universidades e diretórios acadêmicos(que muitas vezes abrigam os Xerox em suas instalações) foram processados pela realização de fotocópias. Até agora, 18 instituições foram acionadas na Justiça". Este artigo de Eleonora Rigotti tem foco na discussão atual e urgente em torno da reforma da Lei de Direitos Autorais - um passo necessário rumo à democratização da cultura e maior acesso ao conhecimento.

Por Eleonora Rigotti*

Notificar para bem cuidar

Por: Salvador Soler* - Ciente de que Pernambuco é um dos Estados que detém maiores indicadores de mortes violentas, o Unicef reconhece importantes esforços para mudar essa situação por parte do governo do Estado e da sociedade. Não podemos, no entanto, esquecer que a situação é ainda muito grave, e que mais pessoas devem ser envolvidas nesse esforço.

Rafaelas

 

Há uma semancriancaa, Rafaela, três anos, foi morta em casa, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul.  Era espancada e maltratada com frequência pela mãe, uma jovem de 22 anos, e pelo padrasto.

Por Eleonora Ramos*

 

 

A hora e a vez da ecologia mental

mental

“Ou mudamos de valores civilizatórios ou a Terra poderá continuar sem nós”. Esse é o ponto ocultado nos fóruns mundiais, especialmente o de Copenhague.

Por Leonardo Boff*

 

 

Confecom: nunca antes neste país..., por Marcos Dantas

Nunca antes neste país, cerca de 30 mil pessoas discutiram, ao longo de três meses, o tema Comunicações ou Mídia. Nunca antes neste país, cerca de mil pessoas ligadas a movimentos sociais, entidades sindicais e, inclusive, associações empresariais debateram, junto com o governo, políticas públicas para as Comunicações.

A hipocrisia sobre o aborto no Brasil e a morte de Neide Mota

neide motta

"Novas formas discursivas entram em ação e se potencializam. Mídia, setores conservadores da Igreja Católica e de outras religiões dando as mãos, numa aliança “fraterna” e inequívoca, para impedir os avanços da autonomia sexual e reprodutiva, da liberdade e da solidariedade da população brasileira, particularmente  de todas as mulheres".
Artigo de Margareth Arilha, Diretora Executiva da CCR.

Agrotóxicos no seu estômago

Por João Pedro Stédile*
Os porta-vozes da grande propriedade e das empresas transnacionais são muito
bem pagos para todos os dias defender, falar e escrever de que no Brasil não
há mais problema agrário. Afinal, a grande propriedade está produzindo muito
mais e tendo muito lucro. Portanto, o latifúndio não é mais problema para a
sociedade brasileira. Será? Nem vou abordar a injustiça social da
concentração da propriedade da terra, que faz com que apenas 2%, ou seja, 50
mil fazendeiros, sejam donos de metade de toda nossa natureza, enquanto